Cerâmicas Vinicius Peixoto
Caneca e pratos ainda sem esmalte apoiados sobre uma bancada de trabalho.

Barro, fogo
e tempo.

Peças feitas à mão, guiadas pela experimentação e pelas marcas únicas de cada processo.

Conheça os trabalhos

Processo

A matéria dita
o caminho.

Caneca de argila crua com corpo ondulado e alça curva sobre o torno.

Modelar

Verso de uma caneca de argila crua com perfil suavemente curvo.

Experimentar

Canecas e copos claros organizados em prateleiras circulares antes da finalização.

Queimar

Retrato de Vinicius Peixoto de Moraes, artista responsável pela Cerâmicas Vinicius Peixoto.

Vinicius Peixoto de Moraes
Ceramista

Minha história

Aprender fazendo.

Minha relação com a cerâmica começou em 2018, quase por acaso. Usando sobras de materiais deixadas por alunos no lugar onde eu trabalhava, comecei a modelar apenas por diversão. Aos poucos, porém, a curiosidade se transformou em vontade de aprender e de me desenvolver como ceramista.

No fim de 2019, voltei para minha cidade natal, Maringá, para ficar mais próximo da minha família. Com a chegada da pandemia e mais tempo disponível, construí meu próprio torno de cerâmica. Ele era desalinhado, girava um pouco fora do centro e estava longe de ser perfeito — mas foi nele que pratiquei, experimentei e comecei a compreender melhor a argila.

Conforme as peças se acumulavam, surgiu outro desafio: a queima. O ateliê mais próximo ficava a cerca de quarenta minutos de carro, e transportar peças frágeis, especialmente depois de esmaltadas, era complicado. A solução foi construir meu próprio forno, usando um tambor e um maçarico. Ter controle sobre a queima me deu mais liberdade para experimentar e continuar evoluindo.

Em 2022, retornei a Curitiba para trabalhar na maquetaria da PUCPR. A rotina diminuiu o tempo dedicado à cerâmica, mas nunca me afastou completamente dela. Em 2024, iniciei uma nova fase: troquei o torno artesanal por um equipamento mais preciso e voltei a produzir, testar formas e investigar novas possibilidades.

Em agosto de 2025, essa trajetória ganhou nome e identidade visual. Um ano depois, a chegada do meu primeiro forno elétrico abriu um novo capítulo para o ateliê.

Hoje, cada peça carrega um pouco desse percurso: o aprendizado construído com as próprias mãos, o valor da experimentação e a beleza das marcas que tornam cada objeto único.

Contato

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